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quinta-feira, 27 de outubro de 2011


AEC - aula - 08/09/2011 - resumo de aula.

Depressão é um exemplo de pessoas que estão sem falta de repertorio comportamental.

“A longo prazo, a punição, ao contrario do reforço, funciona com desvantagem tanto para o organismo quanto para a agencia punidora.” (SKINNER,2000,P.199)

RELEMBRANDO:
O estudo do comportamento é um meio de aprendermos que essa linha teórica não foi criada por Skinner em seu momento na historia mais sim esta lá presente nas leis naturais que afetam os organismos desde os primórdios da história natural deste planeta, o que foi feito é que Skinner observou os comportamentos em diversos organismos e os analisou, descreveu em processos científicos, documentou e experimentou em laboratório essas leis naturais e assim foi possível compreender o comportamento do organismo em relação ao ambiente em que está inserido.


S - R (comport. respondente)


S -  R -  S (comport. operante)

Quando sabemos que determinados comportamentos operantes são aprendidos, sabemos que não são filogenéticos, mas sim ontogênicos os quais dependem da historia do organismo da cultura do ambiente em que se encontra inserido. Sabemos também que são comportamentos que produzem consequências e que são suscetíveis a elas, ou seja, tais consequências produzidas por tais comportamentos alteram a probabilidade futura de sua ocorrência. E por fim o tipo de resposta é emitido diante de uma situação antecedente (estímulos antecedentes) esse que produz consequências (estimulo consequente) e que por sua vez pode aumentar ou diminuir a probabilidade de que tal comportamento possa voltar a ocorrer no futuro.
Então tendo em vista que uma resposta é emitida diante de situações antecententes e com isso produz consequências relativas a intensidade do comportamento e assim vão influenciar o aumento ou a diminuição da probabilidade de uma ocorrência futura do mesmo comportamento.
O estimulo consequente que aumenta a probabilidade de uma determinada resposta ocorrer novamente, é considerado “reforço” que pode ser positivo quando produz um estimulo reforçador, ou negativo quando remove um estimulo aversivo.


Controle aversivo.

Estimulo Aversivo:
É o conceito relacional e funcional e serão definidos com aqueles que reduzem a frequência do comportamento (punição) ou aumentam a frequência do comportamento que os retiram (reforço negativo).
Punição:
É um tipo de consequência do comportamento que torna sua ocorrência menos provável, o efeito da contingencia é a redução momentânea da frequência ou da probabilidade de ocorrência desse comportamento no futuro.
Alguns métodos de punição são também relatados na bíblia como a expulsão de Adão e Eva por Deus do Paraíso, como punição por eles terem desobedecido a sua lei e comido o fruto proibido ou mais a frente as Lei de Talião na antiga Babilônia 1730 a.C. que nunca ouviu “Olho por olho e dente por dente” com isso os criminosos são punidos de acordo com o dano causado a vitima de seu crime. Como vimos a historia das civilizações é repleta de formas de uso da punição para o controle do comportamento.
Punição Positiva:
O comportamento produz a apresentação de um estimulo aversivo, resultado na diminuição da probabilidade de emissão do mesmo comportamento no futuro.
Punição negativa.
A consequência de um comportamento é a retirada de reforçadores (de outros comportamentos).

PUNIÇÃO (diferente) EXTINÇÃO
    Suprime                                                      Diminuição gradual
rapidamente a                                                       da resposta
    resposta.

Três efeitos da punição segundo Skinner:
“O primeiro efeito dos estímulos aversivos usados na punição se confina á situação imediata”. (SKINNER, 200, p.202-203).
“Como segundo efeito da punição, o comportamento que consistentemente é punido vem a ser a fonte de estímulos condicionados que evoquem um comportamento incompatível. Parte desse comportamento acarreta o trabalho de glândulas e músculos lisos”. (SKINNER, 2000, p.204).
“Qualquer comportamento que reduza essa estimulação aversiva condicionada será reforçado.” (SKINNER, 2000, p.206).

Reforço positivo (+)
Aumenta a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente pela produção de um estimulo reforçador.
Reforço negativo (-)
Aumenta a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente pela retirada de um estimulo aversivo.

Punição positiva (+)
Diminui a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente pela produção de um estimulo aversivo.
Punição negativa (-)
Diminui a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente pela
retirada de um estimulo reforçador.

Efeitos colaterais do controle aversivo.

Eliciação de resposta emocionais: No momento em que os organismos entram em contato com estímulos aversivos é observada a eliciação de varias respostas emocionais, como tremores, taquicardia, palpitação, choro, etc.
Supressão de outros comportamentos além do comportamento punido: Os efeitos da punição não se restringem apenas aos comportamentos que produziu a consequência punitiva. Outros comportamentos que estiverem ocorrendo temporalmente próximos ao momento da punição podem ter sua frequência reduzida.
Emissão de resposta incompatível ao comportamento punido:
Elas tornam impossível para o organismo discriminar que a contingencia de punição não esta mais em vigor, umas vez que impede que o organismo se exponha as contingencias novamente. Neste caso o organismo emite resposta a fim de ter como consequência reforço negativo.
Contracontrole:
O organismo controlado emite uma nova resposta que impede que o agente controlador mantenha o controle sobre o seu comportamento.
Exemplo:


AGENCIAS DE CONTROLE > exemplos.

GOVERNAMENTAL: forças armadas, impostos, multas, confiscos de bens, imposto de renda.

EDUCAÇÃO: muitas regras e ameaças de reprovação ou conduta reprovatória as leis da instituição, expulsão, etc.

RELIGIÃO: reprovações de comportamento por ter cometido pecado, leis de crenças e doutrinas, conflitos de valores.

FAMILIA: reprovações, controles de comportamento, relações em conflito.

Por que punimos tanto?
Imediatamente da consequência: Quem pune para suprimir uma resposta e negativamente reforçado de forma quase imediata.
Eficácia não depende da privação: Uma palmada será eficaz para punir ou reforçar negativamente uma resposta de criança em qualquer situação.
Facilidade no arranjo das contingencias: O contrario de punir seria reforçar positivamente o que acarreta um custo alto de respostas do punidor.









Mas a punição é prejudicial pelo fato de gerar adversidades não relação punido e punidor e na resposta condicionada gerada dessa punição, por que a punição não planejada ao acaso é aprendida mais rapidamente que a punição infligida por um executor, uma criança que coloca o dedo na tomada e leva um choque nunca mais o fará, já multa de transito, palmadas, prisões e repreensões em geral, não é garantia de total extinção do comportamento. Sidman (2003) afirma:

Administramos todos os tipos de punição de forma a controlar outras pessoas a fim de parar ou impedir quaisquer de suas ações que nos machucam, privam, insultam ou desagradam. Por sua vez, outros usam punição para nos controlar, a fim de nos parar ou impedir quaisquer de nossas ações que os machucam, privam, insultam ou desagradam (p.81).
Segundo Skinner (2000):
(...) o grau em que usamos punição como uma técnica de controle parece se limitar apenas ao grau em que podemos obter o poder necessário (p.199).
O poder adquirido pelo punidor mantém a relação, ou seja, é esse poder que reforça o comportamento de punir. Sidman (2003) conclui:
Para descobrir o que nos reforça por punir os outros, olhe para o que acontece imediatamente depois. Este primeiro efeito pode ser claro e dramático; punir pessoas as faz interromper o que estiverem fazendo. Este é o nosso reforçamento. Embora talvez não permanente, a cessação imediata do ato punido é a base para nossa crença na punição (p.232).

Alternativas a Punição (controle aversivo):
Segundo Skinner.
“Muitas vezes um comportamento pode ser eliminado de um repertório, especialmente em crianças, simplesmente deixando o tempo passar de acordo com um desenvolvimento. Se em grande parte o comportamento é função da idade, a criança irá, como dissemos, passar da idade dele. Este processo de esquecimento não deve ser confundido com extinção. (...) O processo alternativo provavelmente mais eficiente é a extinção. (...) A técnica pode ser relativamente livre de subprodutos indesejáveis. (...) Outra técnica é condicionar um comportamento incompatível, não por remover censura ou culpa, mas através de um reforço positivo (p.209-210)”.
Outro teórico que enfatiza o uso de reforçamento positivo como forma de controle com alternativa à punição é Sidman, segundo ele.
“Quando levamos em consideração todos os efeitos, o sucesso da punição em livrar-se de um comportamento parece inconsequente. As outras mudanças que ocorrem nas pessoas que são punidas e, o que as vezes ainda é importante, as mudanças que ocorrem naqueles que executam a punição, levam inevitavelmente à conclusão de que a punição é o método mais sem sentido, indesejável e mais fundamentalmente destrutivo de controle de conduta.” (Sidman, 2003, p.90-91) 

Alternativas:
Reforço positivo em lugar de reforço negativo.
Extinção em vez de punição.
Reforçamento diferencial.
Entre outros.

Venha traga seus amigos e suas familias e as crianças!

Aguardamos a todos para um dia muito divertido e cheio de serviços!

domingo, 29 de maio de 2011

VIOLÊNCIA INFANTIL




 PESQUISA
Através da pesquisa torna-se mais claro o entendimento da problemática da violência doméstica contra crianças e adolescentes.

Com a coleta de dados dos casos atendidos pelo CRAMI-ABCD, no período de agosto/93 a dezembro/97, realizamos a seguinte pesquisa:
CASOS APURADOS : 1.131 - VÍTIMAS: 1.734
Sexo das vítimas
Feminino
860 casos
Masculino
843 casos
Não constavam
31 casos
Faixa etária das vítimas
Até 02 anos
294 casos
02 à 07 anos
600 casos
08 à 12 anos
509 casos
12 à 18 anos
289 casos
Não constavam
42 casos

Tipo de violência
Abandono
67 casos
Negligência
231 casos
Física
524 casos
Psicológica
99 casos
Abuso Sexual
137 casos
Não constam
18 casos
Tipo de violência com associações
Abandono + Negligência
93 casos
Física + Negligência
124 casos
Física + Psicológica
129 casos
Física + Neglig. + Psico
52 casos
Negligência + psicológica
47 casos
Outras
213 casos

Agressor
Mãe
423 casos
Pai
248 casos
Parentes
212 casos
Pais
140 casos
Outros
91 casos
Não consta
52 casos
Idade do Agressor
< de 18 anos
4%
18 à 25 anos
21%
26 à 34 anos
34%
35 à 45 anos
31%
> 45 anos
10%

Fatores Predisponentes
Distúrbios de comportamento
51%
Desagregação familiar
4%
Àlcool
34%
Drogas
8%
Outros
3%
Denunciante
Anônimo
390 casos
Instituição
276 casos
Mãe
129 casos
Vizinho
125 casos
Parentes
88 casos
Pai
59 casos
Vítima
36 casos
Outros
14 casos
Pais
03 casos
Não consta
09 casos
Observou-se por essa análise que os maus tratos físicos predominaram como modalidade de violência. A faixa etária de 02 a 12 anos foi a que mais sofreu agressão, sem prevalência de sexo.
O agressor mais freqüente foi a mãe, seguido do pai, ambos além de outros, como parentes, vizinhos, etc.
Muitos agressores apresentavam distúrbios: alcoolismo, abuso de drogas, alterações de comportamento e outros.

A denúncia de maus tratos é feita principalmente por anônimos ou instituições.
Embora os dados apontem maior concentração de casos nas classes sociais baixa e média baixa, esses números indicam apenas os casos notificados. Nessas classes é mais fácil identificar os conflitos familiares devido, à falta de privacidade dessas famílias. Na realidade a violência doméstica contra crianças e adolescentes está presente em todas as classes sociais.

O que é violência doméstica contra crianças e adolescentes?
A violência doméstica é um fenômeno complexo, suas causas são múltiplas e de difícil definição. No entanto suas conseqüências são devastadoras para as  crianças e adolescentes, vítimas diretas de seus agressores. Ao contrário do que se pensa, as desigualdades sociais não são fatores determinantes da violência doméstica, pois esta se encontra democraticamente dividida em todas as classes sociais.
A dificuldade em definir este fenômeno está embasada em suas múltiplas conceituações nas diversas áreas científicas. Na área médica por exemplo, o primeiro estudo realizado foi pelo professor Ambriose Tardieu (1860), que tentou trazer a tona o fenômeno da violência doméstica, o qual na época não teve repercussão científica, em função do momento sócio-político vigente. Esta se deu somente em 1962, nos EUA, através dos Drs. Kempe e Silvermann, os quais conceitualizaram o fenômeno como sendo "Síndrome da Criança Espancada", baseados em evidencias radiológicas. Nessa época, segundo Gordon (1988), "os movimentos feministas, dos estudantes dos direitos civis, antibelicistas fomentaram questões críticas sobre a santidade da privacidade familiar, a posição privilegiada do homem enquanto chefe de família e a importância da família permanecer unida a qualquer preço", contribuindo assim para a aceitação dos estudos.

Vários teóricos, ofereceram definições sobre o tema, no entanto nenhuma dessas teorias conseguiu refletir a conceituação global do fenômeno. Porém estes estudos possibilitaram uma ampla discussão, havendo uma adesão de outras ciências, como a Psicanálise, a Pediatria e a Psicologia.
As professoras Dra. Maria Amélia Azevedo e Viviane Guerra (USP/SP - 1989) através de estudos e pesquisas, foram as que melhor conceituaram o fenômeno da violência doméstica contra crianças e adolescentes, quando definem a mesma como sendo "todo ato ou omissão praticado por pais, parentes ou responsáveis contra crianças e/ou adolescentes que - sendo capaz de causar dano físico, sexual e/ou psicológico a vítima - implica de um lado, numa transgressão do direito que crianças e adolescentes têm de ser tratados como sujeitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento". A respeito da definição acima citada, referem ainda as autoras: 
. Todo ato ou omissão significa que o fenômeno pode assumir forma ativa (ato) ou passiva (omissão), podendo ser praticado por pais (biológico ou de afinidade), responsáveis legais (tutores, que podem ser inclusive padrinhos, etc.) ou parentes (irmãos, avós, tios, primos, etc.). Demonstra-se assim a gama ampla de possíveis agressores. Circunscreve também a especificidade do fenômeno: violência doméstica, praticada no lar, um dos tipos de violência familiar (já que esta última expressão pode abranger também a violência contra mulheres e idosos), diferente, portanto, da violência extra familiar.
. Contra crianças e adolescentes... significa que, em nossa sociedade são vítimas potenciais, todos os menores de 18 anos (idade legal da maioridade), sejam eles crianças (até mais ou menos 12 anos) ou adolescentes (de 12 até 18 anos). Rejeita-se assim a idéia - ainda vigente entre certos profissionais, por exemplo, da área da Saúde - de que as vítimas seriam apenas crianças menores de 1 ano (graças a Síndrome da Criança Espancada, conforme citação anterior).
. Que sendo capaz de causar dano físico, sexual e/ou psicológico a vítima... significa que por violência doméstica contra crianças e/ou adolescentes entendemos VIOLÊNCIA SEXUAL, FÍSICA E PSICOLÓGICA; significa, também, o reconhecimento de que o dano pode ser efetivo ou potencial (capaz de) e que, enquanto possibilidade de imposição de dano configura necessariamente um processo de vitimização, isto é, de transformação de crianças e/ou adolescentes em vítimas ou em "crianças/adolescentes em estado de sítio". 
. Implica de um lado numa transgressão do poder/dever de proteção do adulto... significa que o fenômeno é uma clara exacerbação do poder de autoridade e do dever de proteção parental que se inscreve na estrutura mesma da FAMÍLIA enquanto instituição de socialização primal (e primordial em nossa sociedade) das novas gerações. Neste sentido, as diferentes formas de VIOLÊNCIA contra crianças e adolescentes configuram um claro ABUSO do poder/dever de proteção familiar de que infância e adolescência necessitam para desenvolver-se.
. E, de outro, numa coisificação da infância, isto é, numa negação do direito que crianças e adolescentes TÊM de ser tratados como SUJEITOS e PESSOAS em condição peculiar de desenvolvimento... significa o reconhecimento de que o fenômeno é uma violência, tal como definiu Chaui e as referidas autoras: uma relação interpessoal assimétrica, hierárquica de PODER, implicando num polo DOMINAÇÃO (polo adulto) e, no outro objetalização, coisificação, submissão dos desígnios e desejos do outro (polo criança/adolescente)". (Azevedo e Guerra, 1995).
A ocorrência de abuso, vitimização física, sexual, psicológica e a negligência, praticada contra crianças e adolescentes, depende de fatores psicológicos, sócio-econômicos, culturais e características patológicas do pai-mãe e filho. Além disso, deve-se levar em consideração o histórico familiar dos pais, articulado com o contexto situacional de sua realidade. A história desta família é composta pelas vivências acumuladas dos pais, que antes de gerarem os filhos, estiveram envolvidos nas relações de sua própria família, onde adquiriram suas experiências de socialização, que poderão transmitir aos seus filhos, existindo assim a possibilidade da reprodução de valores. Tudo isso mostra, que conforme a abordagem sócio-psico-interacionista, o psicológico é condicionado pelo social, produzindo-se historicamente.
Outros fatores também podem facilitar a situação de violência, como "stress" (desajuste, violência, desemprego, isolamento, excesso de filhos, ameaças à autoridade, valores, criança indesejada ou problemática) e situações precipitantes (ausência de mãe, rebeldia da criança).


Tipos de Violência
   
    VIOLÊNCIA FÍSICA: "Qualquer ação, única ou repetida, não acidental (ou intencional), cometida por um agente agressor adulto (ou mais velho que a criança ou o adolescente), que lhes provoque conseqüências leves ou extremas como a morte". (Claves - Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde)
     VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: "É o conjunto de atitudes, palavras ou ações para envergonhar, censurar e pressionar a criança de forma permanente, como: ameaças, humilhações, gritos, rejeição e isolamento". (Claves - Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde)
  NEGLIGÊNCIA: "Privar a criança de algo de que ela necessita, quando isso é essencial ao seu desenvolvimento sadio. Pode significar omissão em termos de cuidados básicos como: privação de medicamentos, alimentos, ausência de proteção contra inclemência do meio (frio / calor)". (Claves - Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde)
   ABANDONO: "Caracteriza-se como abandono a ausência do responsável pela criança ou adolescente. Considera-se abandono parcial a ausência temporária dos pais expondo-a a situações de risco. Entende-se por abandono total o afastamento do grupo familiar, ficando as crianças sem habitação, desamparadas, expostas a várias formas de perigo". (Claves - Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde)
  ABUSO SEXUAL: "Todo ato ou jogo sexual que tem por finalidade estimular ou usar a criança ou adolescente para obter prazer sexual, como: falar palavrs obscenas, expor órgãos genitais (exibicionismo), olhar a criança em sua intimidade (voyerismo), pornografia, carícias nos órgãos genitais e estupro". (CRAMI-ABCD, 2003)


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Para saber mais - site: http://www.tecmundo.com.br/7768-resultado-de-janeiro-de-2011-da-promocao-divulgue-o-conteudo-do-baixaki-no-seu-blog.htm


Alguns novos computadores já começaram a apresentar um novo tipo de armazenamento: os discos de estado sólido (Solid State Drive ou SSD). Há muitos usuários que renegam essa tecnologia por causa do alto custo e das capacidades reduzidas (quando comparadas a HDs comuns), mas é necessário entender as vantagens oferecidas por um modelo que dispensa os processos mecânicos.
Para quem ainda não conhece as máquinas que utilizam SSDs, podemos citar os Macbook Air (notebooks ultrafinos da Apple) ou o Samsung 9 Series (criado para concorrer no mercado dos portáteis ultraleves). E uma informação para quem pensa que apenas empresas de pequeno porte estão fabricando esses componentes: um dos maiores nomes na fabricação de discos sólidos é a Intel.
Sabendo disso, fica claro que o mercado desse modelo de armazenamento está em ascensão. Mas como acontece com grande parte dos produtos que chegam aos consumidores, várias dúvidas sobre os SSDs estão pairando no ar. Aproveite este artigo para sanar as principais incertezas que você possui acerca dos componentes de hardware que, em alguns anos, devem desbancar os HDs na disputa por usuários.


O fim dos processos mecânicos

Discos de estado sólido são fabricados sem partes móveis, ou seja, são peças inteiras que trabalham com componentes estáticos. Diferentemente do que acontece com discos rígidos comuns, eles não utilizam processos mecânicos para a gravação e a leitura de arquivos no disco magnético (HDs funcionam de maneira similar aos toca-discos).

No lugar da agulha e do disco, os SSDs são constituídos por dispositivos de memória Flash. Dessa forma, o processo de escrita e leitura dos arquivos é feito de maneira elétrica, quase instantânea. O motivo para isso é o acesso facilitado do processador aos dados gravados, pois não é necessário dissipar energia com o movimento das faixas magnéticas.


Boot facilitado

Computadores como o Macbook Air podem ser carregados para todos os locais sem a necessidade de desligá-lo. O processo de "acordar" após longos períodos de hibernação é muito rápido, assim como o tempo de boot. Testes da Samsung indicam a inicialização do Windows em 36 segundos para computadores com SSD, e 63 segundos para máquinas com HD.


Resistência contra impactos

Conhece alguém que sofreu perdas de dados por causa de impactos ocorridos com seus computadores? Se não, pelo menos já ouviu alguém reclamando sobre travamentos após pequenas pancadas nos notebooks ou gabinetes dos desktops. Isso acontece por um motivo bastante simples: os HDs são produzidos com discos magnéticos e agulhas (ressaltamos a analogia a um toca-discos).
Quando algum impacto ocorre, essa agulha pode perder-se na leitura e gravação dos dados, fazendo com que o computador trave completamente. Em casos mais sérios, os HDs podem ser inutilizados, pois, em vez de a agulha apenas se perder, ela acaba riscando o disco magnético do componente.
Fonte da imagem: Divulgação/Kingston

Computadores com SSD não sofrem com isso. Sem partes mecânicas na composição do dispositivo, impactos ou grandes sessões de “chacoalhões” não oferecem riscos. Testes da Samsung apontam para resistência contra choques com frequência de mais de 2 mil Hz, enquanto os HDs pararam de funcionar com menos de 400 Hz.
Logicamente, pouca gente precisa utilizar os computadores em situações de tamanha instabilidade, mas o ponto positivo nesse caso é a enorme resistência a impactos, garantindo que os dados não sejam perdidos ou os discos, danificados, evitando também gastos com manutenção e novas peças.

Eficiência energética

O adjetivo que mais tem sido empregado para descrever as novas tecnologias é “verde”. Os dispositivos de memória SSD fazem parte disso, pois são criados para reduzir o consumo energético e garantir melhor eficiência com os recursos que utiliza. Pode-se dizer que com a mesma quantidade de energia é possível fazer muito mais.
O maior benefício trazido por isso é a maior duração das baterias de notebooks. Sem discos rotativos, menos energia é dissipada com o movimento, sendo direcionada para a transmissão de dados entre os componentes do computador (saiba como reduzir o consumo no seu computador).


Em que os HDs são superiores?

Como se sabe, nenhuma tecnologia é perfeita. Hoje, os discos de estado sólido ainda apresentam alguns problemas que impedem esta ferramenta de entrar com força no mercado mundial. É necessário entender que ainda existem alguns pontos em que os discos rígidos tradicionais são superiores. Vamos a eles.

Alto custo por GB

Você deve se lembrar de que o computador já custou mais do que um carro (em 1980, armazenar 1 GB chegava a custar 193 mil dólares). É lógico que o SSD está muito aquém desse valor, mas ainda existe um alto custo para armazenar dados em discos sólidos, principalmente se comparados aos atuais baixos preços dos HDs.

Um disco rígido de 64 GB pode chegar a custar menos de 20 dólares no mercado norte-americano, sendo que discos de 500 GB já podem ser encontrados por menos de 100 dólares. Ao mesmo tempo, um SSD com essas proporções ainda não está sendo produzido comercialmente, devido ao alto custo.


Pouca capacidade e limite de inscrições

Devido aos valores cobrados por esses dispositivos, produzir discos com capacidades elevadas ainda não é vantajoso para as fabricantes. Felizmente o cenário está se modificando aos poucos e hoje já existem alguns SSDs que contam com 256 GB para armazenar arquivos. Outro problema é a limitação dos discos: enquanto HDs podem ser sobrescritos infinitas vezes, SSDs podem parar de apagar dados em determinados setores da memória.
.....
Agora que você já sabe um pouco mais sobre os novos dispositivos de armazenamento, diga se concorda com o Tecmundo quando afirmamos que em poucos anos os SSDs devem destronar os HDs comuns na disputa por mercado.

Créditos: Por Renan Hamann - site Baixaki.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9503-por-que-o-ssd-vai-destronar-o-hd-comum-infografico-.htm#ixzz1JbqpLJOB

Designer cria pendrive com memória a partir de cartões micro SD. Leia mais no Baixaki


Com a união desses acessórios em um único aparelho, é possível obter pendrives com altas capacidades de armazenamento
.
 
(Fonte da imagem: Yanko Design)

Um novo conceito de produto pode finalmente encontrar utilidade para cartões de memória avulsos que você pode ter espalhado entre seus produtos eletrônicos. O designer Fang-Chun Tsai apresentou o The Collector USB Flash Drive, um pendrive cuja memória é definida através de três cartões microSD inseridos dentro do aparelho, resultando em combinações que podem ser poderosas em termos de espaço de armazenamento.
O produto não é apenas bem visto por seu visual ou inovação, mas também pelo potencial. Ele pode obter sucesso por ultrapassar facilmente a capacidade dos modelos mais vendidos no mercado atualmente: cada cartão microSD pode ter o espaço livre de até 32 GB.
Enquanto o The Collector não sai do papel, é possível apenas especular como seria sua utilização se combinado com a tecnologia de transmissão de dados em USB 3.0, por exemplo. Nesse caso, o resultado poderia ser bem efetivo, pois mesclaria a velocidade de passagem de dados com a alta capacidade para armazená-los.

Fonte: www.baixaki.

Favoritos sociais

MENSAGEM AO LEITOR

Psicologia, curiosidades, entretenimento musica, eventos, senso comum.

E uma novidade: - confira link no final da área de posts e assista a episódios completos de suas series favoritas.

Divirtam-se "Mi casa su casa".

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